Bem vindo ao blog de Dartagnan da Silva Zanela, Cristão católico por confissão, caipira por convicção, professor por ofício, poeta por teimosia, radialista por insistência, palestrante por zoeira, bebedor de café irredutível e escrevinhador por não ter mais o que fazer.

Pesquisar este blog

Comentário Radiofônico de 29 de março de 2012


Comentário realizado por Dartagnan da Silva Zanela para o programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO, transmitido pela rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

A pedofilia promovida e atestada

Por Fábio Blanco

O impensável já começou a acontecer. O próprio tribunal superior do país já está julgando a favor da pedofilia. E isso só acontece porque, em alguns momentos antes, da mesma forma usurpadora, o mesmo tribunal legislou, como também fez o tribunal supremo, e, como suas decisões foram favoráveis ao gosto de esquerdistas, ninguém falou nada.

Em decisão recente, o STJ decidiu que pagar pelos serviços sexuais de uma menina de 12 anos não é crime, pois, segundo os julgadores, houve consentimento dela. No entanto, não é isso que afirma a lei e ela não está sendo respeitada.

O Código Penal, em seu artigo 217-A, é taxativo ao determinar que ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos é crime. Não há, nessa tipificação, nenhuma margem para interpretação relativa. Se é crime presumido, não importam as circunstâncias, e qualquer jurista que atente para a lei, isento de olhos ideológicos, irá concordar com isso. [continue lendo]

Comentário Radiofônico de 28 de março de 2012


Comentário realizado por Dartagnan da Silva Zanela para o programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO, transmitido pela rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

OS PIORES CONSELHEIROS

Escrevinhação n. 939, redigido em 20 de março de 2012, dia de Santa Maria Josefina do Coração de Jesus Sancho de Guerra, do Bem-aventurado Ambrósio Sansedoni de Sena e de São Jozef Bilczewski.

Por Dartagnan da Silva Zanela


Se conselho fosse bom não era dado, mas sim, vendido. Não é assim que reza do brocardo popular? Pois é, entretanto, não são eles que não prestam. Ruins são, muitas das vezes, os conselheiros por nós eleitos para nos orientar nos momentos de indecisão.

Seja ele bom ou ruim, um conselho é o chão por onde firmamos nosso passo quando tudo o mais pareça ser movediço. Aliás, a vida é assim. Um filme sem roteiro com vários diretores histéricos gritando em nossos ouvidos, exigindo que atendamos os seus surtos ao mesmo tempo em que querem que sejamos, como se diz, originais.

Entre estes estão nossos maus conselheiros. E, como de um modo geral nosso apreço pelos estudos é parvo e nossa entrega a companhia das obras da literatura universal é inexistente, nossos conselheiros acabam sendo, inevitavelmente, o medo e a soberba. Aliás, chega ser engraçado como essa dupla coexista em nossa mesquinha alma.

Dio Santo! Quantas e quantas vezes tomamos decisões, unicamente, movidos pelo medo devido nossa pobreza de imaginação. Concebemos poucas possibilidades para plena realização humana por desconhecermos, de modo deplorável, o que nos torna realmente humanos, por desprezarmos as possibilidades que a literatura pode nos apresentar.

Pensamos que tudo que há na vida são aqueles esteriótipos mesquinhos com os quais avaliamos e julgamos tudo o que existe em nosso entorno, rotulando simploriamente a vida ao mesmo tempo em que esvaziamo-nos de seu conteúdo, do humano conteúdo. E, na falta disso, da ventilação destes caminhos possíveis, o medo nos aconselha e nós o ouvimos prontamente. Não é por menos que hoje somos uma sociedade de desfibrados.

E o curioso é que ninguém assume essa pacóvia feição. Bem, é justamente aí que entra a tal da soberba para dar os seus palpites ao biltre que nos habita. Edificamos um espantalho mal frojado de grandeza fingida para colocar no lugar de nossa dignidade. Dizemos para nós mesmos: “eu sou maior que isso! O que vem debaixo não me atinge”. Não é que não nos atinja. Atinge e bate doído e temos medo de agir. Aí nos escondemos de nossa vergonha, de nossa fraqueza, de nós mesmos.

Grande passo seria se partíssemos na direção de conselheiros melhores. Porém, para tal empreitada seria necessário que estivéssemos dispostos a abandonar as companhias vulgares que tanto primamos. Mas, e quem disse que queremos abandonar a nossa pequenez moral? Quem disse?

Que cada umse auto-engane como quiser.

Pax et bonum
site: http://zanela.blogspot.com
e-mail: dartagnanzanela@gmail.com

Comentário Radiofônico de 27 de março de 2012


Comentário realizado por Dartagnan da Silva Zanela para o programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO, transmitido pela rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

Krokodil: a manifestação física do mal e seus antecedentes – Parte 2

POR CRISTIAN DEROSA

Mais tarde, Austin Osman Spare, discípulo de Crowley, ficou conhecido por seus escritos esotéricos nos quais prescrevia rituais da chamada magia sexual. O sexo, segundo Spare, concentra imensa força energética justamente por representar os instintos mais primitivos de busca pelo prazer. Tanto que Spare e seu mestre utilizavam as drogas como meios de alcançar estes supostos estágios superiores de consciência, e defendiam o uso de substâncias para vários tipos de tratamento psíquico e cura espiritual.

Segundo Spare, “para se poder apreciar adequadamente a idéia da Nova Sexualidade, é necessário que a mente se dissolva no Kia e que não haja stress na consciência (i.e., pensamento), pois os pensamentos modificam a consciência e criam a ilusão absurda de que o indivíduo ‘possui’ a consciência”. [1]

A partir da década de 1960, o psicólogo Timothy Leary ficou famoso por afirmar os benefícios espirituais e terapêuticos do LSD, considerando a droga psicotrópica como um elemento essencial para o progresso humano. Mesmo após sua expulsão de Harvard, depois de fazer experimentos de drogas com uma turma de jovens, Leary se tornou um dos mais influentes intelectuais do século, um verdadeiro ícone da contracultura. Leary era membro do Esalen Institute, o maior difusor dos movimentos Nova Era no mundo. Era também ligado à KGB e se dizia um continuador de Crowley. [continue lendo]

Comentário Radiofônico de 26 de março de 2012


Comentário realizado por Dartagnan da Silva Zanela para o programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO, transmitido pela rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.