Bem vindo ao blog de Dartagnan da Silva Zanela, Cristão católico por confissão, caipira por convicção, professor por ofício, poeta por teimosia, radialista por insistência, palestrante por zoeira, bebedor de café irredutível e escrevinhador por não ter mais o que fazer.

Pesquisar este blog

RETALHOS E RASURAS – PARTE II

Por Dartagnan da Silva Zanela

- - - - - - - - - - + - - - - - - - - - -

[i] É, meu caro Watson, o Brasil está a deriva. Os impostos sendo elevados, verbas de setores essenciais da tal “pátria educadora” sendo cortados, racionamentos, apagões e, no meio dessa muvuca, a presidente(a) sumiu. Nem uma palavrinha sequer para seus atônitos e devotos seguidores. Tadinhos.

Poucos meses atrás ela gritava histericamente que no Brasil estava tudo muito bem, que não havia razão para a população se preocupar, que todas aquelas afirmações sobre sua desastrosa gestão eram apenas conversas fiadas e eleitoreiras da oposição e da imprensa golpista.

Pois é, os meses passaram e a maquiagem caiu. E todo mundo está, agora, vendo a realidade e constatando que a “grande” líder sumiu justamente no momento em que um verdadeiro grande líder deve se fazer presente.

Isso mesmo! A super Dilma, desapareceu na hora em que sua palavra, e sua presença, eram mais necessárias. Justamente na hora em que o barco está fazendo água a capitã da barca se esconde debaixo de sua saia de mentiras.

Enfim, eis aí o tal “coração valente”. Bem na hora de dar uma simples explicação, uma reles satisfação para a nação, ela se cala, se esconde, revelando a quem quiser ver qual é a real substância de seu caráter.

[ii] Chega ser engraçado ouvir (e ler) os esquerdopatas falarem de islamofobia (e alguns até de homofobia) após os ataques terroristas na capital francesa que, na verdade, é apenas mais um entre inúmeros outros que são realizados todos os anos por terroristas islâmicos. Esse foi contra um grupo de chargistas sem muita graça. Os inumeráveis outros foram contra comunidades inteiras de cristãos na Ásia e na África.

E diante desses crimes que clamam aos céus o que os esquerdopatas gritam? O que? Que temos que acabar com a islamofobia. Ora, todos os atentados terroristas que mancham de sangue a história recente são contra Igrejas e Sinagogas, não contra Mesquitas. São contra cristãos e judeus, não contra islamitas.

E tem mais! Já pararam pra imaginar se os alvos fossem Mesquitas? Todo ano, aproximadamente, 100.000 cristãos são assassinados por milícias muçulmanas. Todo ano cem mil. Pois é, e o que os esquerdopatas dizem? Nada. Agora, imagine os petiz que eles teriam se as vítimas fossem muçulmanas? Se a fictícia islamofobia os faz babar na gravata, uma real os faria rasgar camisas de força nas tribunas.

Aliás, como muito bem nos lembra a ativista somali Ayaan Hirsi Ali, “os intelectuais europeus não se interessam pela morte de cristãos nem buscam combater a cristofobia. Estão ocupados demais com a tal 'islamofobia'”. E assim procedem porque da mesma forma que os terroristas, os esquerdopatas querem acabar com a Civilização Ocidental, porém, através doutros meios.

@dartagnanzanela
http://zanela.blogspot.com/

A Dos Voces - Alberto Nisman - Encubrimiento del Gobierno Argentino al Atentado AMIA (14/01/2015)




A última entrevista de Alberto Nisman, o promotor que morreu em situação suspeita nesta semana, após denunciar o governo de Cristina Kirchner não só de encobertar terroristas iranianos, mas de fazer uma aliança com eles em troca de bilhões de dólares.

RETALHOS E RASURAS – PARTE I

Por Dartagnan da Silva Zanela


[i] O ano começou com um grande coro exigindo aqui e ali o tal do respeito. Sobre o canto das ruas de lá de acolá, com suas razões e desrazões, nada tenho a dizer. Pessoas muitíssimo mais gabaritadas que esse professorzinho caipira já proferiram luminosas considerações sobre a questão que, confesso, tornaram o problema claro para todos aqueles que desejam realmente compreender a gravidade da situação.

Porém, peço licença para, modestamente, lembrar quatro palavrinhas que os antigos sempre tinham afiadas na ponta de suas línguas. Primeiro: realmente, posso fazer e dizer o que eu bem quiser, todavia, nem tudo convêm. Segundo: respeito é bom, todo mundo gosta e conserva os dentes, mas ele não é dado graciosamente. Ele deve ser conquistado. Terceiro: um revide razoável, apenas o é, se for proporcional a ofensa cometida. Quando o troco é maior que o soco, antigamente, dava-se a isso o nome de covardia.

Sem mais delongas, número quatro: para saber respeitar é necessário que compreenda-se a importância da rejeição, pois quem não sabe desprezar, nunca soube, e dificilmente saberá, o que é o tal do respeito e, consequentemente, não sabe o que está exigindo quando está reivindicando ele.

[ii] Criança não é um serzinho rebelde por natureza. Quem fala isso ou não sabe o que é infância, ou sabe muito bem e não mede esforços para pervertê-la. Aliás, o Brasil está cheio de gente desse naipe.

Em regra, os que acham que os infantes devem ser tratados a ferro e fogo, no fundo, ou não gostam de crianças, ou tem saudades da sua meninice, ou inveja da molecagem atual, ou as três coisas juntas e misturadas e mal disfarçadas sob um tosco véu duma pseudo preocupação para com a formação dos pequenos.

Já aqueles sujeitinhos afetados que possam de bajuladores mor dos 'santos diabinhos', que vivem dizendo a todos aqueles que tem a incumbência de educar os pequenos que esses devem ser tratados como se fossem bonecos de porcelana, são justamente  os indivíduos que odeiam a sociedade e, por isso, fazem qualquer coisa pra destruir a infância para, desse modo, 'reconstruir' a sociedade de acordo com a sua pervertida imagem e ingrata semelhança.

Infelizmente, é isso o que basicamente tem sido feito atualmente no lugar do que deveria ser ocupado pela educação. Por termos aderido a revolta moderna contra a realidade imaginamos que infundindo na moçada toda ordem de modismos politicamente corretos misturados com um punhado de cacoetes mentais marxistas, estaremos construindo um mundo melhor, ao mesmo tempo em que, sem querer querendo, desvirtuamos as mais elevadas potencialidade que existem no coração dos guris.

De modo consciente ou não, é isso que se faz presente no âmago de todo trololó afetado de bom-mocismo, cheio de preocupação social politicamente correta, que transformou a educação num cavalo de batalha em favor da velha patacoada revolucionária da canoa furada que, como todos podem ver, está afundando.

@dartagnanzanela
http://zanela.blogspot.com/

NELSON MOTTA DÁ UMA AULA SOBRE CAPITALISMO A JUCA KFOURI

PARA RASGAR O VÉU E SECAR AS LÁGRIMAS

Por Dartagnan da Silva Zanela

- - - - - - - - - - + - - - - - - - - - -

Mais uma Santa Missa dominical. A comunidade reuniu-se para juntos rezar. Ao final da celebração o padre convidou uma moça doutra paróquia para dar um testemunho. Testemunho que, a grossos traços, apresento nessas linhas.

Ela estava, tempos atrás, internada em Cascavel, desenganada pela medicina, despedindo-se dessa vida. Ela tinha leucemia em estado avançado. Tanto estava que, segundo os médicos, se ela sobrevivesse até as cinco horas da tarde daquele dia, eles tentaria fazer o transplante de medula e, mesmo assim, sem lhe dar muita esperança.

Ela foi colocada no isolamento, tamanha a fragilidade de sua saúde. Sem força para levantar-se, sem poder alimentar-se devido ao inchaço de sua garganta, lá ficou ela, com o telefone celular ao lado, carregado, e com uma campainha nas mãos, para chamar a enfermeira, aguardando, literalmente, a morte chegar.

Já havia recebido, inclusive, a unção dos enfermos. Ela estava preparada para deixar esse vale de lágrimas.

No isolamento, por volta das três horas da tarde, uma senhora, com modesta vestimenta, adentrou o quarto. A moça disse à velhinha que ela não poderia estar ali. Afinal, era uma área de isolamento. A velhinha olhou bem em seus olhos e lhe disse: “moça, meu filho está com a boca cheia de sangue por você”. Dito isso a senhora pôs-se a chorar. Ela secou suas lágrimas com um lenço, e passou-o no rosto da moça.

A velhinha era Nossa Senhora e seu filho, referido por ela, Nosso Senhor.

Sem a enferma perceber, a senhora saiu. Então, sem saber como, a moça levantou-se de seu leito de morte. Tomou o celular e ligou para sua mãe que estava no saguão. Ao atender, a mãe imaginou que fosse o médico informando o falecimento de sua filha. Mas não! Era sua filha, vivaz, perguntando a respeito duma senhora que ninguém, a não ser a moça, havia visto.

A leucêmica chamou a enfermeira e pediu para ir ao banheiro. Passado um tempo o médico foi ao encontro dela. Adentrou o quarto, sentou-se, ficou um breve momento em silêncio e, com as mãos na cabeça, perguntou: “você sabia que seu câncer havia tomado 90% de seu corpo?” Ela disse que sim. Então, fez-lhe outra pergunta: “Você sabe a quantas ele anda agora?” Ela, com simplicidade, disse-lhe: “acho de que deve ter caído para uns 50%, pois estou me sentindo bem melhor agora. Estou até podendo levantar agora”.

O médico, estarrecido, diz-lhe: “minha filha, você não tem mais câncer. Os seus exames não apontam nada.” Ela estava curada. Estava na Paróquia Nossa Senhora de Belém, em Reserva do Iguaçu, para contar-nos a sua história e, ao ouvi-la, vozes engasgaram, soluços fizeram-se ouvir e muitos olhos desaguaram.

Pois é, mais um milagre entre muitos outros que todo santo dia rasgam os mundanos véus do presente para nos apontar a Verdade que o mundo tanto insiste negar. Mais um sinal dos Céus para dobrar os nossos incrédulos corações. Mais uma chama de divina luz para aquecer a nossa amornada fé.

@dartagnanzanela
http://zanela.blogspot.com