Bem vindo ao blog de Dartagnan da Silva Zanela, Cristão católico por confissão, caipira por convicção, professor por ofício, poeta por teimosia, radialista por insistência, palestrante por zoeira, bebedor de café irredutível e escrevinhador por não ter mais o que fazer.

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Politicamente correto - a vingança do marxismo


POR EDWARD S. MAY - “BARON BODISSEY”

Tal como já disse previamente, o Islã é apenas uma infecção secundária, uma que, de outro modo, nós poderíamos resistir. O marxismo cultural enfraqueceu o Ocidente e tornou-o pronto a ser tomado. O marxismo cultural é AIDS cultural, devorando o nosso sistema imunológico até que esteja demasiado fraco para resistir as tentativas de infiltração Islâmicas. O Marxismo Cultural tem que ser destruído antes que nos destrua a todos.

A aliança esquerdista-islâmica terá consequências profundas. Ou ela derrotará o Ocidente, ou ambos cairão juntos. Nós nunca chegamos a vencer a Guerra Fria do modo decisivo que a deveríamos ter vencido. O marxismo recebeu permissão para perdurar e, sorrateiramente ou através dum proxy, levar a cabo outro ataque contra nós. No entanto, este namoro com os muçulmanos pode potencialmente revelar-se mais devastador para os marxistas que a queda do Muro de Berlim.

Como William S. Lind ressalva: “embora estejamos atrasados, a batalha ainda não está decidida. Muito poucos americanos se apercebem que o politicamente correto é, na verdade, marxismo com outra roupagem. À medida que a realização se propagar, a resistência vai-se propagar também. Atualmente, o politicamente correto prospera ao se disfarçar. Através da resistência, e através da educação levada a cabo por nós mesmos (que deve fazer parte de todos os atos de resistência), podemos revelar a camuflagem e revelar o marxismo por trás de termos como "sensibilidade", "tolerância" e "multiculturalismo."

O politicamente correto é marxismo com uma operação no nariz. O multiculturalismo não tem nada a ver com a tolerância e a diversidade; é, sim, uma ideologia de ódio anti-ocidente criada com o expresso propósito de destruir a civilização ocidental. [continue lendo]

Todos os Santos de Deus...Roguem por nós


Olavo de Carvalho - Palestra "O Totalitarismo Islâmico"

O PIOR CEGO É AQUELE MESMO


Escrevinhação n. 974, Redigida em 25 de outubro de 2012, dia de Santo Antônio de Sant'Anna Galvão, de São Crispim e de São Crispiniano São Gaudêncio.

Por Dartagnan da Silva Zanela


A grande ameaça que paira sobre os valores que alicerçam a civilização ocidental é o sistema educacional. Isso mesmo! O maior inimigo da Educação é a educação vigente. Quando afirmo isso, não estou me referindo a questões concernentes a disponibilidade de recursos materiais e financeiros, a quantidade de salas e coisas do gênero. Refiro-me sim aos valores que abertamente estão sendo ensinados e cultivados pelas potestades educacionais.

Ora, quais são as preocupações que norteiam os responsáveis pela ex ducere brasileira? Ah! São muitas. Listemos as principais: no entender dos sabichões do educar, é de fundamental importância para o desenvolvimento cognitivo e cívico dos mancebos que eles acreditem candidamente que o socialismo é uma doutrina humanista, que o marxismo é uma panacéia apolínea, que todas as religiões são igualmente constructos humanos, que as fantasias sexuais (esdrúxula ou não) devem ser aceitas como uma manifestação cultural pia, fonte de direitos humanos inconteste, digna de um respeito sacrossanto.

Não apenas isso! Para esses entendidos no assunto, uma norma culta a ser utilizada por todos os brasileiros é uma imposição autoritária da “zelite”. Para eles, o mérito é uma coisa muito feia, por isso, todos devem ter o seu talento nivelado abaixo da mediocridade em nome de uma inclusão sem substância alguma.

Tem mais! Afirmam que a verdade não existe. O que existe, segundo eles, são apenas opiniões. Pontos de vista que devem sempre ser respeitados desde que não contrariem as opiniões majoritárias defendidas pelos democráticos doutos no ato de educar e por seus prosélitos.

Doravante, essas ideias turvas não estão sendo aplicadas há pouco. Elas estão escancaradamente presentes, num crescente, em nosso sistema educacional desde a década de 90. Para atestar esse fato, leia a documentação oficial do MEC e da SEED dos últimos vinte anos e perceberá a continuidade destas políticas (des)educacionais. Verifique os bancos de teses e dissertações e verá que as mesmas ideias estão sendo propagandeadas desde a década de 80. Trocando por miúdos: o caos de hoje deve-se não a um acaso do destino, mas sim, a um esforço contínuo e calculado no intento de gerar o cenário absurdo que hoje impera.

Toda essa agenda politicamente-correta esquerdizante, hoje, encontra-se presente no currículo (visível e oculto) das instituições de ensino de nosso país desvirtuando as tenras almas, incapacitando-as ao exercício da vida humana responsável, infantilizando-as, numa dependência eviterna da tutela Estatal. Só não vê quem não quer.

Tudo isso seria quase risível se fossem dados extraídos de uma obra de ficção. Infelizmente, não o são. Não é à toa que o analfabetismo funcional seja a regra e, a educação, em sua plenitude, uma exceção. E o pior de tudo é que chamam esse angu de educação para a cidadania ou, pela alcunha de pensamento crítico.

De fato, é crítico mesmo.

Pax et bonum
Site: http://dartagnanzanela.k6.com.br
e-mail: dartagnanzanela@gmail.com 

True Outspeak (Olavo de Carvalho), 24 de outubro de 2012

Uma entrevista com Albert Camus


Entrevista publicada originalmente em "Le Progrès de Lyon", no natal de 1951 e republicada na Obras Completas. Editora Aguilar, 1959.

“La justicia no consiste en abrir unas prisiones para cerrar otras. Consiste, en primer lugar, en no llamar “mínimo vital” a lo que apenas si basta para hacer que viva una familia de perros, ni emancipación del proletariado a la supresión radical de todas las ventajas conquistadas por la clase obrera desde hace cien años. La libertad no consiste en decir cualquier cosa y en multiplicar los periódicos escandalosos, ni en instaurar la dictadura en nombre de una libertad futura. La libertad consiste, en primer lugar, en no mentir. Allí donde prolifere la mentira, la tiranía se anuncia o se perpetúa. Está por construirse la verdad, como el amor, como la inteligencia. Nada es dado ni prometido, pero todo es posible para quien acepta empresa y riesgo. Es esta apuesta la que hay que mantener en esta hora en que nos ahogamos bajo la mentira, en que estamos arrinconados contra la pared. Hay que mantenerla con tranquilidad, pero irreductiblemente, y las puertas se abrirán. ¿Y por qué esperar a Navidad? La muerte y la resurrección son de todos los días. De todos los días son también la injusticia y la verdadera rebelión.” 

* * * * * *

- ¿Cree usted lógico relacionar las dos palabras “odio” y “mentira”?

El odio es en sí mismo una mentira. Se calla instintivamente con relación a toda una parte del hombre. Niega lo que “en cualquier hombre” merece compasión. Miente, pues, esencialmente, sobre el orden de las cosas. La mentira es más sutil. Sucede incluso que se miente sin odio, por simple amor a uno mismo. Todo hombre que odia, por el contrario, se detesta a sí mismo, en cierto modo. No hay, pues, un lazo lógico entre la mentira y el odio, pero existe una filiación casi biológica entre el odio y la mentira. [continue lendo]

Depois do Mensalão

Por Olavo de Carvalho

Agora que os mensaleiros estão no fundo do poço, não cessam de erguer-se vozes indignadas de petistas, comunistas e socialistas fiéis que os condenam como oportunistas e traidores. Mas por que deveria algum líder ou militante ser atirado à execração pública pela simples razão de ter cumprido à risca a sua obrigação de revolucionário? Não é certo que a estratégia marxista-leninista ordena e determina não só atacar o Estado burguês desde fora, mas corrompê-lo desde dentro sempre que possível para em seguida acusá-lo de depravado e ladrão e substituí-lo pelo Partido-Estado? Não é notório que, na concepção mais ampla e sutil de Antonio Gramsci, inspirador e guia da nossa esquerda há meio século, a corrupção do Estado não basta, sendo preciso estendê-la a toda a sociedade, quebrantar e embaralhar todos os critérios morais e jurídicos para que, na confusão geral, só reste como último símbolo de autoridade a vontade de ferro da vanguarda partidária? Não é óbvio e patente que, se na perspectiva gramsciana o Partido é “o novo Príncipe”, ele tem a obrigação estrita de seguir os ensinamentos de Maquiavel, usando da mentira, da trapaça, da extorsão, do roubo e do homicídio na medida necessária para concentrar em si todo o poder, derrubando pelo caminho leis, instituições e valores?  

Na perspectiva marxista, nenhum dos artífices do Mensalão fez nada de errado, exceto o crime hediondo de deixar-se descobrir no final, pondo em risco o que há de mais intocável e sagrado: a boa imagem do Partido e da esquerda em geral. [continue lendo]