Quando um povo perece
Nas mãos ímpias dos maus
Que a tudo impõe o caos
Urgente são as preces
Para os atos retificar
E pedir, sem cessar
Para Deus não permitir
Que o amargor vivido
Nas mãos dos ímpios
Não venha se repetir
Nem aqui, nem ali ou lá,
Em nenhum lugar.
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