QUASE POESIA – n. 68 (15/I/2017)
O povo é um poço de paciência sem fim
Com aqueles que mal governam esse país.
Mas ai do dia em que o cidadão se cansar
Dessa raça que apenas faz deitar e rolar.
Nesse dia não dará mais pra embromar
Nem haverá mamãe barriga me dói não.
Os biltres sempre sorridentes irão chorar
E os inocentes secarão as lágrimas sem par
Comemorando o destino dessa raça do cão.
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